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DESCRIPTION:Na exposição INTRUSOS E PERTURBAÇÕES\, de Daniel Maciel e João Gigante pretende-se sublinhar na fotografia documental e vernacular todos estes sinais de uma vida que insiste em não se permanecer em pano de fundo. Desafiando\, assim\, o papel da fotografia enquanto captura do presente; assumindo-a\, neste contexto\, como testemunho de um processo em curso. \nPROGRAMA \n5 de março  \n. 17:30h \nLançamento do programa e apresentação da AO NORTE \n. 18h00 \nInauguração QUEM SOMOS OS QUE AQUI ESTAMOS? – INTRUSOS E PERTURBAÇÕES \nDe Daniel Maciel e João Gigante \nO trabalho no terreno desenvolvido no projeto Quem Somos Os Que Aqui Estamos? é marcado por uma negociação com o outro\, posicionando o espaço expositivo enquanto campo relacional. O processo de trabalho em pesquisa e criação visual encontra-se\, aqui\, com formas de fazer\, moldagens em curso\, (re)adaptações contínuas no quotidiano encaminhadas pelas limitações do possível e do disponível. \nNa exposição INTRUSOS E PERTURBAÇÕES\, pretende-se sublinhar na fotografia documental e vernacular todos estes sinais de uma vida que insiste em não se permanecer em pano de fundo. Desafiando\, assim\, o papel da fotografia enquanto captura do presente; assumindo-a\, neste contexto\, como testemunho de um processo em curso. \n12 de março \n. 17h30 \nENCONTROS QUINZENAIS 1 \nAO NORTE – PRODUÇÃO DOCUMENTAL \nA AO NORTE é uma associação de produção audiovisual\, dedicando também parte da sua atividade à produção ou apoio à produção de documentários. O Homem do Cinema é resultado da atividade da produtora Fora de Campo\, tratando-se de um documentário biográfico focando a vida e obra de Jean-Loup Passek\, o fundador do Museu do Cinema em Melgaço. \nFilme: \n“O Homem Do Cinema”\, de José Vieira \nPT\, 2025\, 51′ \nDocumentário produzido pela AO NORTE com a Fora de Campo Filmes\, sobre a vida e obra de Jean-Loup Passek\, colecionador cinéfilo\, um dos fundadores do Festival de La Rochelle\, e fundador do Museu de Cinema de Melgaço. \nConvidados: Miguel Arieira e Daniel Deira (ex-alunos ESMAD/IPP e membros da equipa de rodagem) \nMiguel Arieira (1987) é licenciado (2010) em Tecnologia da Comunicação Audiovisual (área vídeo)\, pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Instituto Politécnico do Porto. Desde 2010 participa em projetos como freelancer para cinema\, televisão e publicidade. Colabora com a AO NORTE desde 2012\, participando na realização e produção de documentários e conteúdos audiovisuais\, organização de festivais de cinema\, bem como no trabalho formativo em escolas. Na área da literacia para o cinema orienta\, há 12 anos\, atividades formativas desenvolvidas pela AO NORTE. \nDaniel Deira (1982) é licenciado em Tecnologia da Comunicação Audiovisual pela Escola Superior de Música\, Artes e Espetáculo do Instituto Politécnico do Porto. Possui ainda formação superior na área da engenharia. Com especial interesse pelo som é nesta área que se especializa\, nomeadamente na captação e pós-produção áudio. Colabora regularmente com a AO NORTE – Associação de Produção e Animação Audiovisual desde 2013 e trabalha também noutros projetos\, não só na área de som mas também como operador de câmara. \n26 de março \n. 17h30 \nENCONTROS QUINZENAIS 2 \nAO NORTE – PESQUISA NO CINEMA E AUDIOVISUAL \nA AO NORTE acolhe\, na sua composição\, o Grupo de Estudos em Cinema e Narrativas Digitais\, coordenado por José da Silva Ribeiro. Nas atividades deste grupo incluem-se o desenho de uma rede de colaboração de pesquisadores iberoamericanos\, o acolhimento de diversas linhas de pesquisa\, o estabelecimento de protocolos entre a AO NORTE e diversas instituições do ensino superior e centros de pesquisa e\, também\, a organização de cursos\, encontros\, e outras atividades de pesquisa\, nas quais se destacam o curso Fora de Campo e o curso Autobiografias: Antropologia\, Cinema e Educação. \nFilme: \n“São Paulo\, Sociedade Anônima”\, de Luiz Sérgio Person \nBR\, 1965\, 107’ \nA história acontece no momento da euforia económica provocada pela instalação de indústrias automobilísticas estrangeiras no Brasil\, no final dos anos 50. Conta a história de Carlos (Walmor Chagas)\, um jovem da classe média paulistana\, que ingressa numa grande empresa. Logo depois\, ele aceita um cargo numa fábrica de auto-peças\, da qual se torna gerente\, e cujo patrão comete fraude fiscal e tem várias amantes. A certa altura\, Carlos é um chefe de família que trabalha muito\, ganha bem\, mas vive insatisfeito. \nConvidado: Sérgio Rizzo \nSérgio Rizzo\, jornalista\, é doutorado em Audiovisual pela Universidade de São Paulo. Trabalha como crítico de cinema do jornal “O Globo”\, membro do comité de seleção do É Tudo Verdade — Festival Internacional de Documentários\, professor no Centro Universitário FAAP e na FIA Business School. Realizou os documentários “Passo” (2018)\, “Doar” (2024) e “Video Connection” (2025)\, o segmento brasileiro de “A Living Tree\, Means a Living Planet” (2019)\, e a série de TV “Idade Mídia” (2022-2023). Foi também guionista dos documentários “Descarte” (2021) e “Comida Para Quem Precisa” (2024)\, e da série de TV “Casas Flutuantes com Amyr Klink” (2025). \n  \n9 de abril \n. 17h30 \nENCONTROS QUINZENAIS 3 \nAO NORTE – CINEMA E EDUCAÇÃO \nO trabalho desenvolvido com a AO NORTE no plano educativo é multifacetado\, e está enquadrado numa série de iniciativas programadas ao longo do ano letivo\, englobadas no programa Escolas Em Grande Plano. Uma das vertentes do Escolas em Grande Plano é o desenvolvimento de hábitos de cinema e de análise fílmica entre alunos e professores em Viana do Castelo. Neste encontro\, irá ser programado um filme e discutida a importância do cinema nas escolas e na formação. \nFilme: \n“Os Piores”\, de Lise Akoka e Romane Gueret \nFR\, 2022\, 99’ \nConvidado: Felipe M. Guerra \nFelipe M. Guerra é jornalista e cineasta nascido no Brasil. Tem Mestrado em Comunicação Audiovisual pela Universidade Anhembi Morumbi (São Paulo) e em Comunicação e Gestão de Indústrias Criativas pela Universidade do Porto. Como realizador\, iniciou a sua carreira com filmes independentes produzidos em vídeo na década de 1990. Desde então\, aventurou-se por vários géneros (horror\, comédia\, documentário) e teve os seus trabalhos exibidos em festivais como Fantasporto\, em Portugal\, e Sitges\, em Espanha. Entre 2014 e 2019 foi gerente e programador da sala de cinema do Cine Santander Cultural\, uma das mais importantes do Sul do Brasil. Radicado em Portugal desde 2019\, Felipe integra a equipa de formadores dos projetos CINEpoesia e Os Lumière na Sala de Aula\, desenvolvidos pela AO NORTE\, Associação de Produção e Animação Audiovisual. \n23 de abril \n. 17h30 \nENCONTROS QUINZENAIS 4 \nAO NORTE – DOCUMENTÁRIO E TERRITÓRIO \nSessão de encerramento programada por Patrícia Nogueira\, a partir da seleção de um documentário. \nA AO NORTE desenvolve um programa diversificado no Alto Minho\, no qual se incluem o festival MDOC (2014-2025); os programas Cartografia Afetiva e Fotomemória; e mostras de cinema ao ar livre e em outros contextos fora da sala de cinema. Estas atividades compõem uma ocupação do território\, que a AO NORTE desenvolve usando a linguagem documental\, cruzando o trabalho antropológico com a criação audiovisual. \nFilme:  \n“Astrakan 79”\, de Catarina Mourão \nPT\, 2023\, 64’ \nAstracã é a cidade russa\, 1979 o ano recordado. Um ano e meio e uma viagem que abarca muitos quilómetros percorridos\, de Moscovo ao Mar Cáspio\, até ao Azerbaijão. O início da jornada é a busca por um porto seguro. Os pais de Martim\, de 15 anos na altura\, são militantes do Partido Comunista e veem a União Soviética como ideal a aspirar. Aos 57 anos\, Martim recorda a clandestinidade\, os estudos e as paixões deixadas para trás e o ideal perdido no tempo. \nConvidada: Patrícia Nogueira \nPatrícia Nogueira é Professora Auxiliar de Cinema na Universidade da Beira Interior e Investigadora integrada no LabCom. Doutorou-se em Media Digitais pelo programa internacional UT Austin-Portugal\, com especialização em Criação Audiovisual e de Conteúdos Interativos\, e com mestrado em Fotografia e Cinema Documental. Em 2015 esteve em residência no National Film Board do Canadá e\, em 2016\, foi visiting scholar no Departamento de Cinema da Universidade de Texas em Austin. Começou a trabalhar na indústria cinematográfica em 2004\, na produção de longas-metragens de ficção e desde 2010 que se dedica ao documentário\, realizando projetos próprios. Serve como júri em concursos do ICA e em diversos festivais de Cinema. É codirectora do Festival Internacional de Documentário MDOC e do grupo de investigação CCVA – Cinema and Contemporary Visual Arts\, na NECS. Os seus interesses de investigação centram-se em todas as formas de documentário – autoral\, experimental\, interativo\, expandido –\, em Teorias Feministas do Cinema e em Cultura Digital. \n  \n 
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